“A arte não está enquadrada
a priori num sistema cultural: é uma experiência
primária que exclui qualquer postulado ou premissa. Não cabe ao artista predispor a actividade racial da experiência que realiza; se sua experiência é positiva, concreta, toca à sociedade apropriar-se dela, utilizá-la.
[...] Numa sociedade tecnológica avançada, na qual todo produto é padrão e tem o mesmo grau de valor, não existem produtos privilegiados (dotados de estéticas em si), no entanto os consumidores têm a possibilidade e, talvez, a capacidade de fruir esteticamente os produtos da indústria. Quem 'faz' o valor estético, em suma, não é o artista, mas o consumidor normal de produtos industriais.”
Arte Moderna